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<title>Portal de Notícias Demonstrativo - Sua fonte de notícias na cidade de ...</title>
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<description>Site de Notícias demonstrativo</description>
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<title>Paraguai avança à próxima fase da Copa do Mundo 2026 e aguarda definição do adversário</title>
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<description>Até o momento, a FIFA ainda não confirmou oficialmente o adversário do Paraguai na próxima fase. O confronto será definido após o encerramento de todos os grupos e a publicação do chaveamento oficial do Mundial.</description>
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</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção do Paraguai está classificada para a fase eliminatória da Copa do Mundo de 2026. A Albirroja confirmou sua vaga após o encerramento da fase de grupos, avançando entre os melhores terceiros colocados e mantendo vivo o sonho de conquistar um título inédito no Mundial.</p>
<p>Com uma campanha marcada por determinação e equilíbrio, os paraguaios conseguiram somar pontos importantes e asseguraram um lugar no mata-mata da competição. A classificação foi definida após a combinação dos resultados das demais partidas da rodada.</p>
<p>Agora, o Paraguai aguarda a confirmação oficial do chaveamento da FIFA para conhecer seu adversário na próxima fase. Como a equipe avançou entre os melhores terceiros colocados, o confronto depende da definição completa das demais chaves do torneio.</p>
<p>A classificação representa mais um momento importante para o futebol paraguaio, que volta a disputar uma fase eliminatória de Copa do Mundo após anos de ausência. A expectativa da torcida é de que a equipe possa repetir, ou até superar, a histórica campanha de 2010, quando chegou às quartas de final.</p>
<p>Enquanto aguarda a definição do próximo duelo, o elenco segue em preparação para um confronto decisivo, onde cada partida passa a ser eliminatória e qualquer erro pode significar a despedida da competição.</p>
<h2>Próximo adversário</h2>
<p>Até o momento, a FIFA <strong>ainda não confirmou oficialmente</strong> o adversário do Paraguai na próxima fase. O confronto será definido após o encerramento de todos os grupos e a publicação do chaveamento oficial do Mundial.</p>
<p>A torcida paraguaia agora vive a expectativa de conhecer o próximo desafio da Albirroja na caminhada rumo ao sonho da Copa do Mundo de 2026.</p>]]></content:encoded>
<category>Esportes</category>
<dc:creator></dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-assalto no Paraguai: quadrilha usa explosivos, cerca policiais e invade bancos</title>
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<description>Até o momento, as autoridades não divulgaram o valor roubado. A estimativa é de que o prejuízo seja de milhões de guaranis.</description>
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<media:description type="plain">G1</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Mais de 20 criminosos armados atacaram três instituições financeiras e uma casa de câmbio na madrugada desta terça-feira (16), em Santa Rita, no Paraguai. Segundo a polícia paraguaia, o grupo utilizou explosivos, rendeu policiais e funcionários e fugiu após incendiar veículos e espalhar miguelitos — armadilhas feitas com pregos retorcidos ou barras de metal pontiagudas — pelas ruas para dificultar a perseguição.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Santa Rita fica a cerca de 70 quilômetros de Foz do Iguaçu, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, e tem forte presença de brasileiros e descendentes que vivem ou possuem propriedades rurais na região.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">O caso é investigado pelas autoridades paraguaias, que apuram a possível participação de brasileiros na ação. De acordo com o chefe do Comando Tripartite, Carlos Alberto Dure Rios, testemunhas relataram ter ouvido integrantes da quadrilha falando português durante o assalto.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">De acordo com Dure, dois paraguaios envolvidos no assalto foram identificados. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Segundo informações apuradas pela RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, este é considerado o segundo maior assalto da história do Paraguai.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Conforme a Polícia Nacional do Paraguai, o ataque começou por volta das 2h. Quatro policiais que faziam patrulhamento na região foram cercados e rendidos pelos criminosos. Um dos agentes teve a arma e um fuzil da corporação roubados. Os outros três conseguiram deixar a viatura e se abrigar às margens da rodovia, onde houve troca de tiros.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;"></p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Os criminosos usaram explosivos para atacar as agências do Banco Familiar e do Banco GNB, localizadas lado a lado na área central da cidade. O grupo também invadiu uma unidade do Banco Ueno, onde funcionários e um vigilante foram rendidos. As agências ficaram destruídas.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">A quadrilha ainda entrou na Casa de Câmbio Santa Rita. No local, a polícia encontrou um explosivo que não chegou a detonar. Segundo as investigações iniciais, nenhum valor foi levado da casa de câmbio nem do Banco Ueno.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Durante a fuga, os assaltantes incendiaram dois veículos, um em cada acesso da cidade, e espalharam miguelitos pelas vias para impedir o avanço das forças de segurança.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">Até o momento, as autoridades não divulgaram o valor roubado. A estimativa é de que o prejuízo seja de milhões de guaranis.</p>
<p style="color: #333333; font-size: 18.72px; font-weight: 400; text-align: start;">A Polícia Nacional do Paraguai emitiu alerta de captura para equipes de Alto Paraná, Caazapá, Caaguazú e Itapúa. Equipes de investigação, criminalística e o Ministério Público participam das buscas.</p>]]></content:encoded>
<category>Conteúdo Patrocinado</category>
<dc:creator>G1</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Gobierno del Paraguay entrega casi 16 millones de libros para formentar la lectura en la educación pública</title>
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<description>«La educación comienza en el hogar, creemos en la alianza entre la escuela y la familia y queremos que los libros estén presentes en los hogares paraguayos», dijo el presidente Peña.</description>
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<media:description type="plain"></media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;"><em><strong style="font-weight: bold;">Asunción, Agencia IP.-</strong></em> El Gobierno del Paraguay realizó este martes el lanzamiento del programa «Portafolio Ñe’ery», que contempla la distribución de 15.800.000 libros y cuadernillos para que los estudiantes de las escuelas públicas lleven el hábito de la lectura a sus hogares.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;"></p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">«Cada libro que llega en las manos de un niño es una oportunidad para construir un futuro mucho mejor para todos los paraguayos», afirmó el presidente Santiago Peña en el acto de lanzamiento del programa que apunta a beneficiar 1.200.000 estudiantes con los kits de lectura.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">Cada kit o portafolio contendrá 10 materiales de lectura, incluyendo libros de cuento y cuadernillos, además de materiales guía para que los padres de los niños puedan involucrarse en la lectura, en el hogar.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">«La educación comienza en el hogar, creemos en la alianza entre la escuela y la familia y queremos que los libros estén presentes en los hogares paraguayos», dijo el presidente Peña.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">Afirmó que con esta estrategia, el Gobierno del Paraguay está reafirmando su convicción de que la educación es una responsabilidad de todos. «Es una tarea que involucra al Estado, a las escuelas, a las familias, y a toda la sociedad. Cuando trabajamos juntos los resultados son más fuertes y duraderos», dijo.</p>
<h3 style="color: #516974; font-weight: 400; font-size: 22px; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">«La educación es donde reside el futuro del Paraguay»</strong></h3>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">El presidente Peña ratificó en su discurso el compromiso colocar a la educación en el centro de la agenda nacional.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">«Estoy convencido de que no existe desafío nacional más importante que educar bien a nuestros niños y nuestros jóvenes. Podemos construir grandes obras de infraestructura, generar empleo, pero ninguna política va a transformar de manera verdadera y sostenible si no está acompañada de una educación de calidad», dijo el mandatario.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">En ese sentido resaltó que desde el primer día de su gobierno ha demostrado su compromiso con la eduacación y que este programa hoy puesto en marcha viene a sumarse a otras acciones que fortalecen la calidad de la edación.</p>
<p style="color: #516974; font-size: 15px; font-weight: 400; text-align: justify;">«Hambre Cero nos permitió cubrir la necesidad más básica, la necesidad nutricional de neustros nios, pero ahora queremos ir más allá, queremos fomentar el alimento del alma, el conocimiento, que este caso se adquiere a través de la lectura», dijo el presidente.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator> Agencia IP.</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:54:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Do uso de drones à agricultura regenerativa, o setor agro brasileiro alia tradição e inovação para alimentar o mundo e impulsionar a economia.</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/do-uso-de-drones-a-agricultura-regenerativa-o-setor-agro-brasileiro-alia-tradicao-e-inovacao-para-alimentar-o-mundo-e-impulsionar-a-economia</link>
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<description>Você sabia que o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo? E isso não é por acaso!</description>
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<media:description type="plain">https://pixabay.com/photos/drone-precision-agriculture-crops-2734228</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Exemplo de Conteúdo:</strong></p>
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<category>Agro</category>
<dc:creator>Exemplo de conteúdo</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Lei cria Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/lei-cria-sistema-nacional-de-bibliotecas-escolares</link>
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<description>Meta é integrar rede nacional por meio da internet</description>
<media:content url="https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/uploads/images/2025/09/lei-cria-sistema-nacional-de-bibliotecas-escolares.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">https://pixabay.com/photos/library-books-bookcases-bookshelves-488690</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A lei 12.244/2010, que trata da universalização das bibliotecas nas instituições brasileiras de ensino, foi ampliada pelo Congresso Nacional, que criou o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares, além de somar aos espaços de democratização da informação outras finalidades, como encontro de lazer e suporte às comunidades.</p>
<p>A versão atualizada foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada nesta terça-feira (9), no Diário Oficial da União.</p>
<p><strong>Centros de cultura</strong><br />Segundo a lei, a atual rede de bibliotecas escolares deverá ser melhorada para também funcionar como centros de ação cultural e educacional permanentes. A ideia é definir um acervo mínimo de livros e materiais de ensino para os espaços, além de uma política de organização, funcionamento e preservação desses bens.</p>
<p>Outro objetivo é integrar e articular a rede nacional por meio da internet e da criação de um cadastro das bibliotecas no sistema de ensino. Nesse contexto, também foi determinado que haja um esforço para a universalização das bibliotecas em ambientes escolares do país.</p>
<p>Para tanto, as iniciativas poderão ser financiadas e receber assistência técnica da União na forma do regime de colaboração com estados e municípios, o mesmo estabelecido para o orçamento destinado à Educação.</p>
<p>A nova lei, que já está vigorando, prevê ainda a possibilidade de acordos com entidades culturais para ampliação e atualização dos acervos, além de possibilitar a atuação dos profissionais vinculados às bibliotecas escolares como agentes culturais na promoção do livro e da política de leitura nas escolas.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Deputado Nikolas recusa acordo para encerrar processo no Supremo</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/deputado-nikolas-recusa-acordo-para-encerrar-processo-no-supremo</link>
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<description>Defesa alega imunidade parlamentar para não aceitar proposta da PGR</description>
<media:content url="https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/uploads/images/2025/09/deputado-nikolas-recusa-acordo-para-encerrar-processo-no-supremo.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">Pablo Valadares/Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou nesta terça-feira (27) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou o acordo oferecido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para encerrar o processo no qual o parlamentar foi denunciado por ofensas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em julho, o deputado foi denunciado ao Supremo pelo crime de injúria contra o presidente. A denúncia envolve o discurso do deputado durante uma reunião na Organização das Nações Unidas (ONU), em 2023, na qual Nikolas Ferreira chamou Lula de "ladrão" e publicou a fala em suas redes sociais. A defesa sustenta que as falas de Nikolas estão acobertadas pela imunidade parlamentar. Os advogados citaram um parecer jurídico da Câmara e o artigo 53 da Constituição. Pelo texto, deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por suas opiniões, palavras e votos. "Diante do exposto, respeitosamente, [a defesa] rejeita a proposta ofertada pelo eminente procurador-geral da República e, por oportuno, faz juntada do parecer de lavra da Casa Legislativa, invocando, de igual modo, o instituto constitucional da imunidade parlamentar material, pugnando que o presente feito seja arquivado preliminarmente", argumentou a defesa. Com a recusa do acordo, o processo vai seguir a tramitação no STF. A denúncia é relatada pelo ministro Luiz Fux. Se for aceita pela Corte, o deputado se tornará réu e vai responder a um processo criminal. Não há prazo para julgamento. Edição: Fernando Fraga</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil - Brasília</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>CCJ adia análise de projeto que muda processo de demarcação de terra. Pedido de vista coletivo adiou, na Comissão de Constituição.</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/ccj-adia-analise-de-projeto-que-muda-processo-de-demarcacao-de-terra-pedido-de-vista-coletivo-adiou-na-comissao-de-constituicao</link>
<guid isPermaLink="true">https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/ccj-adia-analise-de-projeto-que-muda-processo-de-demarcacao-de-terra-pedido-de-vista-coletivo-adiou-na-comissao-de-constituicao</guid>
<description>Processo volta para a pauta do colegiado.</description>
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<media:description type="plain">Marcelo Camargo / Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pedido de vista coletivo adiou, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a discussão sobre o projeto de Lei (PL) 490/2007, que altera o Estatuto do Índio definido na Constituição de 1988. O processo volta para a pauta do colegiado, após o prazo de duas sessões do plenário da Casa.</p>
<p>Na prática, o projeto estabelece um marco temporal para demarcação das terras, tornando o processo mais complexo. Segundo o texto, serão passíveis de demarcação somente as áreas ocupadas pelos índios até 5 de outubro de 1988, ou as terras em renitente esbulho (perda do bem por violência, clandestinidade ou precariedade).</p>
<p>O relator do projeto, Arthur Maia (DEM-BA), tomou como base, na elaboração do texto, o julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Além do marco temporal, Maia adotou o entendimento de renitente esbulho como conflito possessório, iniciado no passado e persistente até o marco demarcatório temporal da data da promulgação da Constituição de 1988.</p>
<p>De acordo com o texto, os processos administrativos de demarcação de terras indígenas ainda não concluídos serão adequados à nova proposta. Outro ponto é que o projeto proíbe a ampliação de terras indígenas já demarcadas.</p>
<p>A deputada Joênia Wapichana (Rede-RR), única representante indígena na Câmara, cobrou a ausência de lideranças no debate da matéria. Desde terça-feira (15), dezenas de representantes de povos indígenas tem protestado contra o projeto. Na manhã desta quarta-feira, eles se posicionaram na entrada da Câmara, mas a entrada foi barrada pela segurança da Casa.</p>
<p>“Esse projeto não interessa aos indígenas que estão aqui na frente do Congresso [Nacional] e vai desfigurar os processo de demarcação de terras indígenas. Ele tenta emplacar uma tese de marco temporal que está sendo rechaçada no Supremo Tribunal Federal”, afirmou a deputada. Ela lembrou que o tema consta da pauta da Corte nesta semana.</p>
<p>Segundo a deputada, o texto desconsidera o histórico de expulsões, remoções forçadas e violências cometidas contra essas populações. Ela disse ainda que a proposta coloca as populações indígenas em vulnerabilidade.</p>
<p>“Será que a gente tem um início de direito para viver, um início de direito de ter a terra indígena?”, questionou a deputada, referindo-se à tese do marco temporal.</p>
<p>“A Constituição diz claramente que o direito às terras são direitos originários, imprescritíveis, inalienáveis", afirmou.</p>
<p>Crítica<br />Para o deputado Ivan Valente (PSOL-SP ), a Constituição determina ao Poder Executivo a competência pela demarcação das terras. Ele disse que somente com as terras homologadas os indígenas podem ter preservados a sua cultura, costumes e modos de vida.</p>
<p>”Esse reconhecimento da organização social, dos costumes, das línguas, das crenças e das tradições indígenas é a expressão concreta do avanço da legislação em relação à defesa dos direitos desses povos. O reconhecimento legitima a cultura e garante aos índios o direito de viverem segundo seus usos e costumes”, disse o deputado, em voto separado.</p>
<p> Autor de outra proposta que trata de demarcação de terras indígenas, Edio Lopes (PL-RR) ressaltou que o texto de Maia é inconstitucional. Para ele, o tema da demarcação de terras indígenas não deveria ser tratado por meio de um projeto de lei.</p>
<p>“Precisamos reconhecer que não podemos doutrinar essa questão através de uma lei ordinária, porque a questão da Raposa Serra do Sol é balizadora da questão indígena no país e ela foi resolvida no STF.  É uma questão constitucional e não podemos tratar o 231 [artigo da Constituição que trata da demarcação] a não ser através de uma proposta de lei complementar”, disse.</p>
<p>Defesa<br />Deputados da base governista defenderam a proposta. O deputado Darci de Matos (PSD-SC) disse que os processo de demarcação têm sido objetos de disputa na Justiça.</p>
<p>“Eu entendo que a demarcação de terras indígenas tem que ocorrer por meio de projeto de lei e não por meio de decreto e por influência de ONG [organização não governamental]”, disse.</p>
<p>O texto apresentado por Maia torna obrigatória a participação de estados e municípios nos procedimentos de demarcação em que se localize a área pretendida e das comunidades diretamente interessadas. O projeto diz que o processo será aberto à manifestação de interessados e de entidades da sociedade civil, desde o início do processo administrativo demarcatório.</p>
<p>A proposta permite a retomada de áreas de reservas destinadas aos povos indígenas, “em razão da alteração dos traços culturais da comunidade ou por outros fatores ocasionados pelo decurso do tempo”.</p>
<p>O texto abre ainda espaço para a exploração, em terras indígenas, de atividades econômicas, como as que são ligadas ao agronegócio e ao turismo, incluindo celebração de contratos com não indígenas.</p>
<p>“Pretendemos conceder-lhes [aos indígenas] as condições jurídicas para que, querendo, tenham diferentes graus de interação com o restante da sociedade, exercendo os mais diversos labores, dentro e fora de suas terras, sem que, é claro, deixem de ser indígenas”, justificou o relator da proposta, Arthur Maia (DEM-BA).</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Brasil / Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Senado retoma debate de PEC que pode privatizar praias.</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/senado-retoma-debate-de-pec-que-pode-privatizar-praias</link>
<guid isPermaLink="true">https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/senado-retoma-debate-de-pec-que-pode-privatizar-praias</guid>
<description>Matéria está na CCJ para discussão</description>
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<media:description type="plain">Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado volta a discutir nesta segunda-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2022 que transfere a propriedade dos terrenos do litoral brasileiro, hoje sob o domínio da União, para estados, municípios e proprietários privados. Aprovado em fevereiro de 2022 na Câmara dos Deputados, a PEC estava parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desde agosto de 2023.</p>
<p>Uma audiência pública discute hoje o tema, que está sob a relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e enfrenta resistência da base governista. Organizações ambientalistas alertam que a proposta traz o risco de privatização das praias por empreendimentos privados e pode comprometer a biodiversidade do litoral brasileiro.</p>
<p>Além das praias, a União detém a propriedade de margens de rios e lagoas onde há a influência das marés.</p>
<p>De acordo com o Observatório do Clima, “esse é mais um projeto do Pacote da Destruição prestes a ser votado. Isso põe em risco todo o nosso litoral, a segurança nacional, a economia das comunidades costeiras e nossa adaptação às mudanças climáticas”.</p>
<p>Para o grupo que reúne diversas entidades de defesa do clima e do meio ambiente, os terrenos de marinha são guardiões naturais contra enchentes, deslizamentos e eventos climáticos extremos.</p>
<p>“Essa defesa é essencial para a nossa segurança e resiliência. Essas áreas preservam nossa biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas costeiros. Privatização pode trazer danos irreversíveis”, afirmou o Observatório, em nota.</p>
<p>A PEC exclui o inciso VII do artigo 20 da Constituição, que afirma que os terrenos de marinha são de propriedade da União, transferindo gratuitamente para os estados e municípios “as áreas afetadas ao serviço público estadual e municipal, inclusive as destinadas à utilização por concessionárias e permissionárias de serviços públicos”.</p>
<p>Para os proprietários privados, o texto prevê a transferência mediante pagamento para aqueles inscritos regularmente “no órgão de gestão do patrimônio da União até a data de publicação” da Emenda à Constituição. Além disso, autoriza a transferência da propriedade para ocupantes “não inscritos”, “desde que a ocupação tenha ocorrido pelo menos cinco anos antes da data de publicação” da PEC.</p>
<p>Ainda segundo o relatório, permanecem como propriedade da União as áreas hoje usadas pelo serviço público federal, as unidades ambientais federais e as áreas ainda não ocupadas.</p>
<p>MMA<br />Em entrevista hoje à Rádio Nacional, a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Paula Prates, defendeu que esses terrenos, hoje com a União, funcionam como proteção contra as mudanças climáticas. <br />“Acabar com essa figura é um retrocesso enorme. A PEC termina com essa figura dos terrenos de marinha, que são terrenos da União, e passa gratuitamente para estados e municípios, para poder, inclusive, privatizar essas áreas”, disse.<br />A representante do MMA acrescentou que a PEC não privatiza diretamente as praias, mas pode levar ao fechamento dos acessos às áreas de areia. “Na hora em que esses terrenos todos que ficam após as praias forem privatizados, você começa a ter uma privatização do acesso a elas, que são bens comuns da sociedade brasileira”.]</p>
<p>Defesa<br />O senador Flávio Bolsonaro defende, em seu relatório, que a mudança é necessária para regularizar as propriedades localizadas nos terrenos de marinha. “Há, no Brasil, inúmeras edificações realizadas sem a ciência de estarem localizadas em terrenos de propriedade da União”.</p>
<p>Segundo Flávio, “os terrenos de marinha causam prejuízos aos cidadãos e aos municípios. O cidadão tem que pagar tributação exagerada sobre os imóveis em que vivem: pagam foro, taxa de ocupação e IPTU. Já os municípios, sofrem restrições ao desenvolvimento de políticas públicas quanto ao planejamento territorial urbano em razão das restrições de uso dos bens sob domínio da União”.</p>
<p>O senador fluminense argumenta ainda que a origem do atual domínio de marinha sobre as praias foi justificada pela necessidade de defesa do território contra invasão estrangeira, motivo que não mais existiria, na visão do parlamentar.</p>
<p>“Atualmente, essas razões não estão mais presentes, notadamente diante dos avanços tecnológicos dos armamentos que mudaram os conceitos de defesa territorial”, disse no parecer da PEC.</p>
<p>Audiência<br />Na audiência pública desta segunda-feira, a CCJ do Senado deve ouvir a Coordenadora-Geral do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marinez Eymael Garcia Scherer; a representante Movimento das Pescadoras e Pescadores Artesanais (MPP); Ana Ilda Nogueira Pavã; o diretor-Presidente da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), Murillo Barbosa; o prefeito de Florianópolis (SC), Topázio Silveira Neto, entre outros convidados.</p>
<p>*Matéria alterada às 12h50 de hoje (27) para acréscimo de informação (MMA).</p>
<p>* Matéria alterada em 28/05, às 14h30 para correção da expressão referente aos terrenos no litoral. São chamados de "terrenos de marinha" e não "terrenos da Marinha", como anteriormente informado.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Minha Casa, Minha Vida avança mais rápido do que o esperado</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/minha-casa-minha-vida-avanca-mais-rapido-do-que-o-esperado</link>
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<description>Meta do programa será antecipada, revela ministro Jader Filho</description>
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<media:description type="plain">Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O cronograma do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) está avançando mais rápido do que o esperado, segundo o ministro das Cidades, Jader Filho. A meta estipulada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de 2 milhões de contratações até o final do mandato. A expectativa do governo é a de chegar à metade dessa meta já nos próximos dias.</p>
<p>“Em primeira mão, quero dizer que já estamos bem perto de 1 milhão de casas [contratadas], bem antes do que estava previsto, que seria entre o final de dezembro e o início de janeiro. Chegaremos, ainda em setembro, a 50% da meta determinada pelo presidente Lula”, revelou Jader Filho nesta quarta-feira (18), ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>O ministro anunciou também que uma nova seleção de projetos para o MCMV está prevista para o ano que vem, aumentando ainda mais esse número e que, já nas próximas semanas, serão selecionados os municípios com menos de 50 mil habitantes que receberão recursos destinados ao programa.</p>
<p>Segundo Jader Filho, os recursos para o programa estão todos garantidos, não havendo, portanto, qualquer possibilidade de corte ou contingenciamento. “E não haverá atraso no repasse das obras porque o recurso já está depositado nos fundos, justamente para evitar que qualquer tipo de atraso nos pagamentos, dando segurança aos nossos construtores”, acrescentou.</p>
<p>“Agora, o que a gente quer em troca dessa segurança, é que os construtores entreguem o quanto antes essas unidades do MCMV, porque quem está morando de aluguel tem pressa. Quem está morando em área de risco tem pressa”, complementou.</p>
<p><strong>Reflexos</strong><br />O ministro lembrou o impacto positivo que o programa tem causado para a economia do país, ressaltando, no entanto, que suas benesses vão muito além da questão econômica. “No último trimestre, o MCMV lançou mais empreendimentos do que a iniciativa privada. 53% dos lançamentos de unidades habitacionais do país foram do MCMV”, informou.</p>
<p>“Isso, obviamente, tem um impacto muito importante na economia. Estamos calculando que, com o setor da construção civil, alcançamos pleno emprego no Brasil”, disse ao explicar que o MCMV já garantiu um total de R$ 72 bilhões em investimentos e que, considerando os financiamentos, chega-se a um total superior a R$ 350 bilhões.</p>
<p>Esses investimentos, segundo o ministro, geraram 1,8 milhão de empregos diretos e 5 milhões indiretos. “A verdade é que o MCMV está bombando, assim como a construção civil do Brasil”.</p>
<p><strong>Experiência</strong><br />Jader Filho disse que a experiência adquirida ao longo das 8,4 milhões de habitações já entregues têm sido relevantes no sentido de evitar a repetição de erros e de fazer entregas mais adequadas, ajudando as pessoas a terem maior qualidade de vida em suas residências.</p>
<p>Entre as aprendizagens citadas pelo ministro, está a de que unidades muito pequenas e condomínios muito grandes não criam, em seus moradores, sensação de pertencimento, além de ser alvo fácil para criminosos. “Já nos condomínios menores, percebemos que eles são mais bem cuidados. As famílias cuidam do seu empreendimento com muito carinho, no sentido de pertencimento e de comunidade. É isso o que a gente quer”, disse.</p>
<p>Barbalho reconheceu que condomínios construídos em localidades isoladas também costumam apresentar problemas, e que é fundamental estar próximo a escolas, postos de saúde e de regiões onde haja oferta de emprego. </p>
<p>“Aprendemos também que é melhor que o imóvel fique no nome da mulher e que, entre as exigências, estejam também acesso a energia, água, esgotamento sanitário”, disse.</p>
<p>De acordo com o ministro, todos esses aprendizados são considerados na hora de definir como serão as estruturas dos próximos projetos a serem selecionados, inclusive para áreas comuns. “Todas unidades terão varandas. Além disso, as estruturas dos condomínios terão equipamentos esportivos, energia solar, churrasqueiras [comunitárias], área para pets e até mesmo bibliotecas com pelo menos 500 livros. Alguns deles, inclusive, cedidos pela Academia Brasileira de Letras”.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Pauta do Senado está trancada por proposta da reforma tributária</title>
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<description>Casa estourou prazo de urgência para análise do projeto</description>
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<media:description type="plain">Antônio Cruz/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A pauta do Senado Federal prevista para esta terça-feira (24) não pode ser votada por causa da tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da primeira parte da regulamentação da reforma tributária. O texto da regulamentação chegou ao Senado no dia 7 de agosto e é analisado em regime de urgência, por isso precisaria ser analisado em 45 dias para não trancar a pauta, o que não aconteceu. A retirada da urgência só pode ser feita pelo Poder Executivo. </p>
<p>“Tomamos conhecimento de um possível pedido de retirada de urgência, mas até esse exato instante não se consumou, ou seja, não chegou ao conhecimento desta presidência a mensagem do líder que falaria pelo presidente retirando essa urgência”, informou o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que presidiu a sessão de hoje.  </p>
<p>A retirada do regime de urgência vem sendo cobrada por líderes partidários e pelo relator, Eduardo Braga (MDB-AM), para que o texto tenha mais tempo para ser discutido. A intenção de Braga é elaborar um calendário de audiências públicas para ouvir governadores, prefeitos e representantes do setor produtivo. </p>
<p>De acordo com a assessoria da liderança do governo, a retirada da urgência só deve ser feita a partir de amanhã (25), com o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Nova York, onde participa da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), acompanham o presidente Lula na missão.</p>
<p>O projeto já recebeu mais de 1,2 mil emendas dos senadores e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). </p>
<p>Emenda à Constituição <br />O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira, a emenda constitucional que cria regras para a eleição dos órgãos diretivos dos tribunais de Justiça dos estados.</p>
<p>A Emenda Constitucional 134 altera o artigo 96 da Constituição para definir que a eleição para os órgãos diretivos vale para tribunais estaduais compostos por 170 ou mais desembargadores em efetivo exercício, o que enquadraria atualmente os tribunais de São Paulo e Rio de Janeiro.</p>
<p>A eleição deverá ocorrer entre os membros do tribunal pleno, por maioria absoluta e voto direto e secreto. O mandato dos eleitos será de dois anos, admitida apenas uma recondução sucessiva.</p>
<p>*Com informações da Agência Senado<br /><br /><em>Edição:</em><br /><em>Aline Leal</em></p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Produtores colhem algodão orgânico na Paraíba</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/produtores-colhem-algodao-organico-na-paraiba</link>
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<description>O cultivo é feito pela agricultura familiar e quilombola</description>
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<media:description type="plain">Priscila Gurgel/Agência Brasi</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>No semiárido paraibano, homens e mulheres do campo celebram a alegria da colheita do algodão orgânico. Este é o quarto ano desde a retomada do plantio da fibra natural em Ingá, na Paraíba, em consórcio com outros alimentos, explica o agricultor Nelson de Macena, produtor de algodão. </p>
<p>Produzido pela agricultura familiar e quilombola, em 2021 eram sete famílias na Itacoop, cooperativa dos agricultores do município de Ingá e região. Hoje, são 28 famílias que se beneficiam diretamente do plantio do algodão orgânico, com destaque para as mulheres; são 22 à frente do trabalho. </p>
<p>Antônia Régis é uma delas e no último ano foi a produtora com o maior faturamento. Filha de agricultores, desde criança ajudava no cultivo da terra e conta que ficou desconfiada com a retomada do plantio do algodão.</p>
<p>Para chegar aos bons resultados, os agricultores usam a tecnologia e seguem orientações de algumas instituições, como a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Isso tudo para vencer o bicudo, inseto que acabou com o ciclo de cultivo de algodão na Paraíba no passado. A agricultora Maria Janete da Silva Rego, de 70 anos, lembra que antigamente se usava muito agrotóxico para combater as pragas, mas hoje a prática é outra. </p>
<p>Com tecnologia e manejo sustentável, o algodão de Ingá pode receber, em breve, uma importante certificação internacional, o GOTS, Global Organic Textile Standard, um dos padrões mais rigorosos para produtos têxteis orgânicos do mundo. Francisca Vieira, presidente da Associação Brasileira da Indústria da Moda Sustentável e líder do projeto Algodão Paraíba, explica a vantagens dessa certificação.</p>
<p>As boas práticas para o cultivo do algodão servem de modelo para outros estados, detalha a pesquisadora Nair Arriel, chefe geral da Embrapa Algodão.</p>
<p>No fim do dia da colheita, agricultores, empresários e demais participantes do evento assistiram a um desfile de roupas de uma das marcas que consome o algodão orgânico de Ingá. </p>]]></content:encoded>
<category>Agro</category>
<dc:creator>Priscila Thereso - repórter da Rádio Nacional</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Estudo indica bioinsumo como solução sustentável na produção alimentar</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/estudo-indica-bioinsumo-como-solucao-sustentavel-na-producao-alimentar</link>
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<description>País deixaria de emitir 18 milhões de toneladas de gás carbônico</description>
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<media:description type="plain">https://pixabay.com/photos/tractor-agriculture-nature-harvest-6704118</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é capaz de deixar de emitir o equivalente a 18 milhões de toneladas de gás carbônico apenas com a substituição de fertilizantes minerais por bioinsumos na plantação das gramíneas, família que reúne várias espécies plantas usadas na produção de alimentos.</p>
<p>A conclusão é de trabalho apresentado nesta terça-feira (24) pela pesquisadora do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, Luana Nascimento, que faz parte do projeto de cooperação internacional responsável pelo estudo Bioinsumos como alternativa a fertilizantes químicos em gramíneas: uma análise sobre os aspectos de inovação do setor. O estudo foi produzido pelo Senai e pela Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI).</p>
<p>De acordo com Luana, a pesquisa partiu de demanda estratégica do Ministério da Agricultura e Pecuária para subsidiar novas políticas públicas voltadas para segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e competitividade do agronegócio brasileiro.</p>
<p>“As gramíneas representam a base da alimentação mundial humana e animal. São plantas como, trigo, milho, milheto, aveia e diversas outras e são base para a alimentação. Além disso, estão ligadas à produção de energia, tais como cana, e também aquelas ligadas a pasto, sejam naturais sejam pastos reformados.”</p>
<p>O principal objetivo foi compreender os efeitos do uso de bioinsumos associados à fixação biológica de nitrogênio e solubilização de fósforo e potássio no solo. Para isso, os pesquisadores mapearam o mercado brasileiro a partir da análise de produtos disponíveis, patentes e artigos científicos realizados nos últimos cinco anos anteriores a 2023.</p>
<p><strong>Fertilizantes</strong><br />A equipe constatou que cerca de 80 % dos fertilizantes minerais usados no setor são importados e, além de representar grande parte do custo de produção em larga escala, causam impacto ambiental quando são depositados no solo pelas chuvas e evaporam. Um exemplo é o óxido nitroso, apontado por estudos como um dos mais potentes gases do efeito estufa causadores do aquecimento global.</p>
<p>Com a substituição dos fertilizantes minerais pelos bioinsumos, também seria possível diminuir em 7 milhões de toneladas anuais a adição de nitrogênio ao meio ambiente, consequentemente diminuindo a conversão desse gás em óxido nitroso, por bactérias naturalmente presentes na água e no solo.</p>
<p>Além da vantagem ambiental, a pesquisa revelou a possibilidade de um dos principais setores da produção de alimento economizar até US$5,1 bilhões com a alternativa mais sustentável e ainda alavancar um setor que já produz a partir de uma tecnologia predominantemente brasileira.</p>
<p>O estudo concluiu que dos bioinsumos disponíveis no mercado, 63% têm como base a bactéria Azospirillum brasilense, mas outras espécies de microrganismos também foram observadas na composição dos produtos revelando um potencial de expansão do uso de organismos e microrganismos em novos produtos. “Isso corresponde a uma oportunidade real para o Brasil no desenvolvimento tecnológico para as específicas condições do nosso país. Isso faz com que o Brasil, que já está na vanguarda da utilização continue na vanguarda da produção desses insumos”, diz.</p>
<p>O estudo também foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), que reúne 34 países em cooperação técnica internacional no desenvolvimento de tecnologia e inovação para a agricultura. De acordo com o representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado, a pesquisa é um avanço na agenda ambiental para o setor. “O tema de bioinsumo é uma amostra do que pode se fazer em um país rapidamente para tratar de melhorar e fortalecer a resiliência dos sistemas alimentares”, conclui.</p>]]></content:encoded>
<category>Agro</category>
<dc:creator>Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anvisa: 28% dos alimentos industrializados têm sódio em excesso</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/anvisa-28-dos-alimentos-industrializados-tem-sodio-em-excesso</link>
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<description>Entre as categorias consideradas críticas estão muçarela e requeijão</description>
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<media:description type="plain">Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que 28% dos produtos industrializados monitorados por autoridades brasileiras em 2020 e 2021 não atingiram as metas estabelecidas para redução de sódio. De acordo com a Anvisa, as categorias classificadas como críticas são biscoito salgado, bolos prontos sem recheio, hambúrgueres, misturas para bolo aerado, mortadela conservada em refrigeração, pães de forma, queijo muçarela e requeijão.</p>
<p>O relatório cita, entretanto, “alentador progresso” observado em algumas categorias, como o caso de biscoitos doces tipo maria e maisena, indicando “uma tendência positiva”. “Ao ponderarmos sobre a oscilação nas amostras de batatas fritas e palhas industrializadas e a conformidade consistente dos cereais matinais, torna-se evidente que diferentes categorias demandam abordagens específicas”, pontuou a Anvisa.</p>
<p>Já a análise das categorias caldos em pó e em cubo, temperos em pasta, temperos para arroz e demais temperos, segundo o relatório, aponta dificuldades e avanços no monitoramento do teor de sódio em alimentos industrializados, com algumas categorias mantendo a conformidade e outras exigindo esforços adicionais.</p>
<p>“No cenário mais amplo, identificamos tanto progressos quanto desafios persistentes na redução do teor de sódio em alimentos industrializados. A análise abrangente do panorama brasileiro revela que o país enfrenta obstáculos significativos para atingir as metas regionais estabelecidas na diminuição do consumo de sódio, apresentando a menor adesão em comparação com outros países da América Latina e do Caribe.”</p>
<p>“Isso sublinha a urgência de reavaliar e aprimorar as estratégias atualmente em vigor. A colaboração contínua entre órgãos reguladores, a indústria alimentícia e a sociedade civil permanece fundamental para atingir as metas preestabelecidas e incentivar hábitos alimentares mais saudáveis”, destacou a agência.</p>
<p>O monitoramento se pautou na determinação do teor de sódio de amostras de produtos industrializados coletados em estabelecimentos comerciais e agrupadas conforme categorias pactuadas em acordos estabelecidos entre o Ministério da Saúde e o setor regulado.</p>
<p>A coleta e análise das amostras ocorreram de janeiro de 2020 a dezembro de 2021. Nesse processo, um fiscal da vigilância sanitária estadual foi responsável pela coleta em locais estratégicos, como mercados e estabelecimentos de venda de alimentos industrializados, seguindo um plano amostral nacional.</p>
<p>As amostras foram enviadas aos laboratórios centrais de Saúde Pública (Lacen) e ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), onde foram realizadas análises de sódio conforme metodologias oficiais, além da verificação da rotulagem.</p>
<p><strong>Açúcar</strong><br />A Anvisa divulgou ainda uma análise detalhada do monitoramento do teor de açúcares em alimentos industrializados no ano de 2021. Entre as 11 categorias avaliadas, constatou-se que 81,8% exibiram um teor médio de açúcares dentro dos limites definidos. As duas categorias que não atingiram as metas estabelecidas foram biscoitos doces sem recheio e biscoitos tipo wafers.</p>
<p>De acordo com o relatório, categorias como refrigerantes, néctares e refrescos estão em conformidade com os padrões estabelecidos, sugerindo uma tendência positiva no setor. Além disso, as categorias biscoitos maria e maisena e biscoitos recheados apresentaram 100% de conformidade com os limites estabelecidos para o teor de açúcares, destacando “uma aderência satisfatória por parte dos fabricantes”.</p>
<p>“No entanto, é crucial destacar que o segmento de biscoitos da indústria alimentícia ainda carece de melhorias significativas, uma vez que biscoitos sem recheio e do tipo wafer excederam os limites estabelecidos para teor de açúcares, indicando um menor nível de adesão às diretrizes regulatórias em comparação com outras categorias analisadas.”</p>
<p>“É fundamental reforçar a importância de políticas públicas eficazes voltadas para a redução do consumo de açúcares e a promoção de uma alimentação saudável. A implementação de estratégias educativas e de conscientização, aliada à regulamentação e fiscalização, desempenha um papel crucial na proteção da saúde da população e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, concluiu a Anvisa.</p>
<p>O monitoramento baseou-se na quantificação dos níveis de açúcares presentes em amostras de alimentos coletados em estabelecimentos comerciais e categorizados conforme acordo voluntário estabelecido entre o Ministério da Saúde e o setor regulado. Os resultados das análises foram documentados no Sistema de Gerenciamento de Amostras Laboratoriais.</p>
<p>A condução desse processo foi realizada de forma colaborativa pela Anvisa e vigilâncias sanitárias estaduais, municipais e do Distrito Federal. No período compreendido entre janeiro e dezembro de 2021, foram conduzidas atividades de coleta e análise de amostras alimentares em conformidade com um plano amostral nacional preestabelecido. As amostras obtidas foram posteriormente encaminhadas aos laboratórios oficiais de saúde pública.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Bio-Manguinhos abre simpósio sobre futuro da produção de vacinas</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/bio-manguinhos-abre-simposio-sobre-futuro-da-producao-de-vacinas</link>
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<description>Novas terapias e uso da inteligência artificial estão entre os temas</description>
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<media:description type="plain">Fernando Frazão/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionais, pesquisadores e instituições de desenvolvimento e produção de imunobiológicos de todo o mundo reúnem-se a partir desta terça-feira (7), no Rio, na 8ª edição do International Symposium on Immunobiologicals (ISI) para discutir o futuro da produção de vacinas, novas terapias promissoras e o uso da inteligência artificial a favor do diagnóstico preciso de doenças. Promovido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz), no campus da instituição e na Fundação Getúlio Vargas (FGV), o simpósio vai debater também o que há de mais atual no mercado de imunobiológicos.</p>
<p>O encontro vai até sexta-feira (11) e tem como principal objetivo integrar pessoas, melhorar o conhecimento destas e, com isso, gerar um ambiente melhor para a inovação, disse o diretor de BioManguinhos, Mauricio Zuma, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>“Temos expectativa de encontrar pessoas que fazem inovação no mundo inteiro, e isso pode gerar interações, alguma coisa em termos de uma vacina nova, tecnologia que já dominamos”, acrescentou Zuma. Ele informou que haverá discussões sobre a plataforma tecnológica de RNA mensageiro (mRNA) e ressaltou que o principal é fazer a conexão entre os profissionais dessa área, para criar um ambiente mais propício à geração de inovações.</p>
<p>Instituições como a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a Fundação Bill e Melinda Gates e o Instituto Internacional de Vacinas (IVI) têm participado ao longo dos anos do simpósio do ISI, que já faz parte do calendário de Bio-Manguinhos.</p>
<p>Os debates vão se estender também às formas de preparação para enfrentar futuras possíveis pandemias, como a capacitação e o fortalecimento dos laboratórios regionais, inclusive por meio de parcerias e do intercâmbio científico e tecnológico. Zuma adiantou que uma das discussões será sobre vigilância para o preparo e identificação antecipada de pandemias, e sobre como o Brasil deve se preparar para possíveis emergências.</p>
<p>“Outra coisa é falar de tecnologia para diagnósticos, vacinas e tratamento, que estão sendo pensados para dar conta mais rapidamente de possíveis pandemias. Não especificamente para identificar qual a pandemia, mas o preparo de uma maneira geral”, disse o diretor de Bio-Manguinhos.</p>
<p>Ele explicou que a plataforma de mRNA é uma das formas de se preparar para o futuro. “Estamos nos preparando para que, seja qual for a epidemia ou pandemia que vier, tenhamos condição de, dominando essa plataforma, dar uma resposta rápida em termos de desenvolvimento, ou de chegar a uma vacina mais rápida do que a tecnologia que existia antigamente.”</p>
<p>Para Zuma, a importância de BioManguinhos realizar o simpósio é ter a participação de especialistas de várias partes do mundo e integrar os estudos e pesquisas. “Estar junto com a comunidade internacional, entender o que eles estão fazendo lá fora e mostrar o que estamos fazendo aqui. Estamos realizando coisas aqui que podem ser do interesse das comunidades internacionais e, com isso, alavancar parcerias e atividades que resultem em algum projeto de desenvolvimento de produto.” É importante estar em constante contato com profissionais renomados, sejam  pesquisadores, gestores de áreas estratégicas, universidades, institutos de pesquisa e instituições internacionais, para haver troca e melhorar a qualificação de todos, reforçou.</p>
<p>A programação inclui um painel com a diretoria da Rede Internacional de Fabricantes de Vacinas dos Países em Desenvolvimento, aliança internacional de produtores da qual Bio-Manguinhos faz parte desde sua fundação. A reunião anual dessa rede está prevista para o segundo semestre deste ano no Brasil.</p>
<p>O simpósio tem espaço também para trabalhos e intercâmbio entre os pesquisadores brasileiros, com exposição de pôsteres e apresentações sobre temas relacionados a vacinas, biofármacos, kits para diagnóstico e gestão voltada para produtos biológicos.</p>
<p>O assessor científico sênior de Bio-Manguinhos e líder da comissão científica que coordena o evento e seleciona os conteúdos para exibição, Akira Homma, informou que os trabalhos expostos também concorrem a prêmios. “Desde a primeira edição, o ISI é planejado para oferecer aos estudantes e profissionais da área de biotecnologia uma oportunidade de compartilhar conhecimentos de ponta com pesquisadores de renome nacionais e internacionais, além de fomentar a produção científica brasileira”, destaca em texto da Fiocruz.</p>
<p>A 8ª edição do International Symposium on Immunobiologicals vai ter também uma mesa destinada à colaboração em inovação, o Innovation Hub, com participação do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que, segundo a Fiocruz, é o berço do acelerador de partículas brasileiro.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
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<title>Saúde reajusta bolsa do Mais Médicos em 8,4%</title>
<link>https://sanalbertopy.tocirculando.com.br/noticia/saude-reajusta-bolsa-do-mais-medicos-em-8-4</link>
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<description>Ajuda de custo dos profissionais também terá aumento</description>
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<media:description type="plain"> Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reajustou em 8,4% a bolsa de profissionais do Programa Mais Médicos. Com o aumento, o valor líquido passa de R$ 11.530,04 para R$ 12.500,80. A portaria com o reajuste foi publicada no Diário Oficial da União. Segundo a pasta, a última atualização da bolsa-formação havia sido feita em 2019.</p>
<p>Em nota, o ministério destacou que o valor será pago a partir da próxima remuneração, no primeiro dia útil de julho. O reajuste vai ampliar ainda os valores de ajuda de custo, pagos quando o médico muda de cidade para atuar no programa, que variam de uma a três bolsas-formação, a depender da localidade de atuação.</p>
<p>“A medida também vai ampliar as indenizações por fixação, que são o valor acumulado da soma das bolsas-formação que o profissional pode receber ao final dos quatro anos do programa. Esses incentivos variam de 10% a 80% do total de bolsas recebidas, a depender da localidade de atuação e da condição do médico.”</p>
<p><strong>Números</strong><br />Dados da pasta indicam que o Mais Médicos conta com 24,9 mil vagas ocupadas e 2,6 mil em ocupação. A meta estabelecida pelo governo federal para 2024 é de 28 mil médicos ativos. Ainda segundo o ministério, 60% dos médicos em atuação em municípios mais vulneráveis pertencem ao programa.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Teyler Mattos</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
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